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Os Melhores Livros de Chesterton

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O grande, enquanto obra e tamanho, Gilbert Keith Chesterton (Londres, 29 de maio de 1874 — Beaconsfield, 14 de junho de 1936), conhecido como o “príncipe do paradoxo” por suas posturas politicamente incorretas que chamavam a uma volta à tradição e à realidade no mundo chamado moderno; mundo este que, segundo ele, só fazia repetir erros passados.

Chesterton foi dono de uma pluma privilegiada e muito britânica, com a qual escreveu muitos dos melhores livros da literatura inglesa dos princípios do século XX. Ele fazia pensar os seus leitores, por mais ignaros que fossem. G.K. Chesterton foi em si mesmo um paradoxo, uma grande paradoxo em todos os sentidos; ele foi tudo um intelectual victoriano católico, em um tempo em que a fé católica era vista como um símbolo do obscurantismo medieval.

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G.K. Chesterton escreveu muito, sendo sua primeira publicação um livro de poemas intitulado Greybeards at Play (1900), e seu último livro, póstumo, The Paradoxes of Mr. Pond (1936). Chesterton, além de escrever livros de filosofia realista e cogitações distributivistas, escreveu romances de todo tipo. Ele criou um dos investigadores mais famosos da literatura (O Padre Brown), e compôs biografias dos seus principais ídolos.

Entre os melhores livros do Chesterton podemos mencionar muitos, mas é difícil fixar um como o melhor. Na filosofia, o mais representativo pode ser Ortodoxia (1908), cujo nome é uma palavra-chave no universo chestertoniano; antes desse, Hereges (1905), em que também se revelam sinais da destreza e grandeza mental de G.K. Chesterton. The Everlasting Man (1925) é outro livro espetacular. C.S. Lewis chegou a destacar a importância desta obra na sua vida.

Os romances de G.K. Chesterton também formam uma parte significativa no Cânone Chestertoniano; seu primero romance importante foi The Man Who Was Thursday (1908) traduzido como “O Homem que era quinta-feira”. The Man Who Knew Too Much and other stories (1922) é outro livro importante na sua bibliografia, apesar de nada ter em comum com o famoso filme de Alfred Hitchcock. Outros livros importantes são The Flying Inn (1914) e as biografias de Santo Tomas de Aquino (1933) e São Francisco de Assis (1923).

Não podemos esquecer os livros do Padre Brown, os mais representativos são: The Innocence of Father Brown (1911), The Wisdom of Father Brown (1914), The Incredulity of Father Brown (1926), The Secret of Father Brown (1927), Father Brown Omnibus (1929) e The Scandal of Father Brown (1935).

G.K. Chesterton é um dos autores analisados por Joseph Pearce no livro Convertidos Literários, traduzido e publicado pela Editora Danúbio em 2017.

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